A cor da luz é determinada pela sua temperatura de cor. A unidade de medida é o Kelvin (K). Uma fonte de luz com 6.500K será branco puro, 10.000K branco azulado e 20.000K será azul . Não confundir o número de Kelvins de uma lâmpada com a sua potência ou fluxo luminoso. Temperaturas de cor mais altas não têm mais luz que temperaturas de cor mais baixas. É o contrário que acontece: à medida que sobe a temperatura de cor de uma lâmpada diminui o seu fluxo luminoso. Para aquários plantados devemos escolher lâmpadas que tenham a temperatura de cor o mais próximo possível da luz solar (5800k). A esta temperatura de cor corresponderá comprimentos de onda adequados à fotossíntese e muito provavelmente índices de restituição cromática (IRC) bastante aceitáveis.
Diagrama de cromático C.I.E (Commission International de l´Eclaraige)

A linha preta no meio do gráfico é a linha de temperatura de cor em K denominada curva de Plank. Os valores no perímetro do gráfico são os comprimentos de onda dominantes nessas temperaturas de cor. Especificando as coordenadas x e y é possível indicar a temperatura de cor de qualquer lâmpada. Por exemplo: a lâmpada HQI de 150w da BLV tem como coordenada x = 0,286 e y = 0,275, o que corresponde a 14000K.
No século 19, o físico escocês chamado Lord Kelvin criou um processo de medição de temperatura de cor. Este processo baseava-se na "teoria do corpo negro". A analogia foi feita com um pedaço de metal (teórico corpo negro) que ao ser aquecido mudava de cor começando com o vermelho e passando pelo amarelo, pelo branco e pelo branco azulado.
